Quando a gente começa a ler um livro, cujo autor já escreveu outros livros que já lemos, ficamos meio com um pé atrás e pensamos: "será que ele vai conseguir escrever uma história melhor que as outras já publicadas?". Mas precisamos nos arriscar e se tratando de Dan Brown eu fiquei com os dois pés atrás.
Eu havia lido o livro mais polêmico dele, “O Código da Vinci” e achei ótimo. Mesmo com todo o burburinho em torno do tema central do livro eu decidi tomar minhas próprias conclusões e achei uma obra de ficção ótima e recomendo.
Mas hoje estou aqui para falar do segundo livro que li desse autor, que estou gostando cada vez mais, cujo título é “O Símbolo Perdido”.
Mais um livro cujo personagem principal é Robert Langdon simbologista da Universidade de Harvard, que mais uma vez usa de todo o seu conhecimento para decifrar um novo enigma.
A história começa quando Robert recebe a ligação de Peter Solomon, seu velho amigo, secretário do Instituto Smithsonian e maçon. Na verdade quem liga é seu secretário convidando o nosso “herói” para dar uma palestra sobre símbolos maçons na capital americana.
Langdon nem imagina que está indo de encontro a uma cilada armada pelo vilão da história que se nomeia como Mal’akh. O vilão precisa do simbologista para decifrar o segredo da Pirâmide Maçônica que irá revelar a lenda dos Antigos Mistérios.
Os caminhos de Langdon e de Katherine Solomon, irmã de Peter, se cruzam e eles vão juntos atrás de decifrar essas informações e tentar salvar o maçon de ser morto. Para isso eles têm que correr contra o tempo para decifrar o segredo que segundo a lenda diz dará poderes sobre-humanos a quem o tiver.
O livro revela inúmeras surpresas em muitos capítulos, possui vários flashbacks dos personagens que são importantíssimos para a história, tem participação de agentes da CIA – que você não sabe se são bons ou ruins - e muitos outros importantes personagens que irão contribuir para o desenrolar da trama.
Precisamos começar a ler mais e começar com ótimas histórias sem dúvida é mais fácil. Espero que gostem dessa indicação e que comentem aqui o que acharam do livro.
So, have a fun!!! XD
Eu havia lido o livro mais polêmico dele, “O Código da Vinci” e achei ótimo. Mesmo com todo o burburinho em torno do tema central do livro eu decidi tomar minhas próprias conclusões e achei uma obra de ficção ótima e recomendo.
Mas hoje estou aqui para falar do segundo livro que li desse autor, que estou gostando cada vez mais, cujo título é “O Símbolo Perdido”.
Mais um livro cujo personagem principal é Robert Langdon simbologista da Universidade de Harvard, que mais uma vez usa de todo o seu conhecimento para decifrar um novo enigma.
A história começa quando Robert recebe a ligação de Peter Solomon, seu velho amigo, secretário do Instituto Smithsonian e maçon. Na verdade quem liga é seu secretário convidando o nosso “herói” para dar uma palestra sobre símbolos maçons na capital americana.
Langdon nem imagina que está indo de encontro a uma cilada armada pelo vilão da história que se nomeia como Mal’akh. O vilão precisa do simbologista para decifrar o segredo da Pirâmide Maçônica que irá revelar a lenda dos Antigos Mistérios.
Os caminhos de Langdon e de Katherine Solomon, irmã de Peter, se cruzam e eles vão juntos atrás de decifrar essas informações e tentar salvar o maçon de ser morto. Para isso eles têm que correr contra o tempo para decifrar o segredo que segundo a lenda diz dará poderes sobre-humanos a quem o tiver.
O livro revela inúmeras surpresas em muitos capítulos, possui vários flashbacks dos personagens que são importantíssimos para a história, tem participação de agentes da CIA – que você não sabe se são bons ou ruins - e muitos outros importantes personagens que irão contribuir para o desenrolar da trama.
Precisamos começar a ler mais e começar com ótimas histórias sem dúvida é mais fácil. Espero que gostem dessa indicação e que comentem aqui o que acharam do livro.
So, have a fun!!! XD
Ficha Técnica:
O Símbolo Perdido (The Lost Symbol)
Autor: Dan Brown
Idioma Original: Inglês
Editora: Doubleday
Edição Brasileira
Tradução: Fernanda Abreu
Editora: Sextante